Crítica: ‘Rave on Buddy Holly’ cobre as faixas mais queridas com sucesso misto

Vários artistas RAVE ON BUDDY HOLLY

As músicas de Buddy Holly, obras-primas do minimalismo de três acordes, não se prestam a mexer da maneira que, digamos, uma música do Pink Floy d faria. No disco tributo a Holly, há muito esperado Rave On Buddy Holly , uma grande variedade de veteranos, roqueiros de garagem e descolados tocam suas faixas mais amadas. Aqueles que se saem melhor ficam perto de casa: o Everyday de Fiona Apple é experimental e adorável; A versão feminina do grupo feminino de Karen Elson de Crying, Waiting, Hoping é sublime, assim como a versão Marshall Crenshaw de Justin Townes Earle para Maybe Baby.

** ARQUIVO ** Nesta foto sem data, o cantor americano de rock and roll Buddy Holly se apresenta na década de 1950. (AP Foto, arquivo) (ASSOCIATED PRESS / ASSOCIATED PRESS)

Quanto mais longe os artistas se aventuram, piores as coisas ficam. De que outra forma explicar a conversão de Modest Mouse do antigo corte That’ll Be the Day em um trabalho árduo desnecessariamente complicado? Ou a coisa terrível que Paul McCartney fez com It’s So Easy? A única exceção é Kid Rock, que transforma Well All Right em um soul rave-up de Detroit e sai impune.

Arte da capa do álbum tributo 'Rave On Buddy Holly' (Cortesia de Hear Music) (Cortesia de Hear Music)